Resenha: The OA

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Hoje é dia de falar de uma das séries mais complexas da Netflix: The OA. Afinal, não é comum, principalmente em títulos originais Netflix, você terminar uma temporada e sair com mais perguntas do que respostas. Mas, apesar disso, ela nos deixa com um gostinho de “quero mais”.

FICHA TÉCNICA: The OA é uma série americana de drama, suspense e ficção científica, criada e produzida por Brit Marling e Zal Batmanglij, sendo sua terceira colaboração, e distribuída mundialmente pela Netflix.

SINOPSE: Prairie Johnson é uma garotinha cega que desaparece. Sete anos depois, ela retorna, com a visão perfeita. A jovem (Brit Marling) tenta explicar aos pais o que aconteceu durante a sua ausência. Para a surpresa de todos, ela diz que nunca realmente se foi, mas estava em outro plano da existência... Num lugar invisível.


A trama, traz a história de Prairie Johnson (Brit Marling), uma garota cega que foi adotada quando criança. A jovem fica desaparecida por sete anos, retornando com marcas nas costas e visão perfeita, além de se denominar como “OA”. Evidentemente, sua família adotiva se preocupa e tenta descobrir - com a ajuda do FBI - o que houve com ela durante todo esse tempo, mas não obtém respostas que possam compreender. 

OA está tão presa aos seus anos desaparecida e aos acontecimentos que, reúne um grupo de cinco moradores, para que ela possa reencontrar as pessoas que estavam com ela nesses sete anos de desaparecimento. Para os cinco moradores, a jovem revela não só o que aconteceu durante os anos desaparecida, mas também o seu passado antes da adoção.

É uma história complexa que pode envolver outras dimensões e algo mais místico. A verdade é que ao assistir, você une perguntas que muitas vezes saem inexplicáveis, pois é difícil saber se OA está mentindo sobre tudo que contou ou realmente precisa de ajuda. Na internet, há diversas teorias sobre a trama, se quiser escolha uma e siga como base, ou crie a sua própria. Oportunidades não vão faltar. Por isso, se espera sair com coisas esclarecidas e entender a série logo em sua primeira temporada, devo dizer: sinto muito, isso não vai acontecer. 

Talvez esse tenha sido o único erro em The OA, não nos esclarecer tantas coisas ao término da temporada. Porém, ainda acredito que valha a pena assistir. Brit Marling e Zal Batmanglij já co-escreveram alguns filmes ao estilo The OA e as críticas são bastante boas. Dito isso, espero que eles percebam que, talvez, a fórmula dos episódios não tenha sido eficaz para o enredo e consertem na próxima temporada.

Para quem já foi procurar sobre a série na internet, deve conhecer sobre os cinco movimentos. Não vou revelar para quê eles servem e porquê eles existem e sim para pedir para que não desista da série por achar estranho. Li diversos comentários por aí e alguns diziam que não conseguiram assistir devido aos movimentos, pois acharam "bizarros". E, devo confessar que no começo soa estranho mesmo, mas, chega um momento que você quer aprender e fazer com eles. É algo diferente e muito interessante.

De qualquer forma, acompanhar The OA pode fazer com que você reflita sobre a vida, tudo que há nela e não conhecemos: Será que é só isso? Será que existem outras dimensões? Existem anjos na terra? Talvez, quem sabe...

A série foi renovada oficialmente dia 8 de fevereiro de 2017, para a sua segunda temporada, ainda sem data de estreia prevista., porém, curiosidade não falta para saber o que The OA tem a nos mostrar na próxima temporada e espero que você, caro leitor, junte-se a nós e crie teorias conosco.

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